segunda-feira, 16 de abril de 2018

Os alcochetanos não são monos

Muita gente arriba a Alcochete... de todos os estratos sociais e profissões, incluindo artistas, mas alguns destes últimos pensarão que os alcochetanos são monos, enganando-se redondamente.
Armados mais ou menos em comissários do politicamente correcto, andam aqui à mama de algum dinheirinho que caia da Câmara de Alcochete... dinheirinho esse que sai dos bolsos dos contribuintes.
Como se tudo isto fosse pouco, com os próprios impostos do povo, todo o trabalho desses artistas de meia tigela assenta na destruição da cultura ancestral desse mesmo povo.
Em todas as vertentes da expressão artística, Alcochete tem grandes tradições que vêm desde a segunda metade do séc. XIX. Vou só referir três nomes em cada uma das principais áreas.
Dr. Luís Cebola, Dr. Grilo e António Rei na poesia; João Baptista Nunes, Armando Crispim e António Menino na música; Marcelino Vespeira, Raul Carapinha e António Cruz na pintura; Artur Garrett, António José Pinto e Vasco Pinto na tauromaquia... para não falar numa plêiade de fadistas com Maria Leopoldina Guia à cabeça.
Que nos vem ensinar alguma gentinha das artes que não tem onde cair morta?
FORA!
Ler, em baixo, "O ABUTRE".

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