sábado, 27 de janeiro de 2018

No Capuchinho Vermelho o lobo mau é metáfora para o pedófilo

Venho aqui, dramaticamente, chamar a atenção de Vasco Pinto, vereador do pelouro da Cultura em Alcochete, que algo vai mal nesta nossa terra, denunciado por mim desde há vários anos.
Alguém conta contos às crianças, melhor falando, alguém desconta contos às crianças, desconstruindo-os na linha do marxismo cultural.
Se formos ao sítio da Câmara Municipal de Alcochete, por lá poderemos ler a dado passo: «...o lobo nem sempre é feroz, mas nunca desiste de perseguir a sua presa». Aqui há uma contradição nos termos porque quem não desiste de perseguir a sua presa é sempre feroz. Ora o lobo é feroz... o lobo mata porque o lobo no conto em foco é metáfora para o pedófilo. Afirmo isto em nome da criança como homem que sou, cristão, professor, escritor e intelectual.
Quando metemos na cabeça da criança que o lobo nem será assim tão mau como dizem, estamos a desconstruir a real simbólica do conto cujas raízes vêm de séculos e, em termos subliminares, a desarmá-la para se defender de verdadeiros criminosos.
Eis como se presta um serviço a depravados sem que a população inteira o note, embora não possamos culpá-la por isso. Mas a comunidade tem pessoas à sua frente com poder para pôr cobro a esta nefasta situação.

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