segunda-feira, 29 de janeiro de 2018

Ana Batista, o Forcado e anti-taurinos


O que leva a cavaleira tauromáquica Ana Batista ou o Forcado a desafiar o touro é a dimensão viril comum a homens e mulheres.
Esta dimensão viril de cavaleiros e forcados é, quer se queira ou não, uma manifestação de poder.
Todo o poder político que se vai absolutizando cada vez mais arreda toda a parceria com qualquer outra manifestação de poder... mesmo que seja individual.
Por exemplo, depois do 25 de Abril acabou-se, na legislação, com o conceito jurídico de chefe de família porque o Estado não suportava coabitar com tal instância de poder.
Tratando-se da Corrida de Toiros, mais o Estado se sente desconfortabilizado porque o poder que cavaleiros e forcados manifestam não divide milhares de espectadores em claques que se digladiam, antes os mantém unidos em torno de um centro que é o toiro.
Nesta conformidade, o espectáculo da Corrida de Toiros dispensa o poder coercivo do Estado, fazendo ver a todo o espírito crítico que se contam histórias aos povos cujos alicerces são duvidosos.
O problema é que o Estado não pode fazer guerra directa à Corrida de Toiros porque as raízes desta descem ao ser das populações.
É aqui que aparecem os anti-taurinos, gente completamente alienada a prestar um serviço ao Estado a favor da repressão e contra a liberdade.
Por fim, anti-taurinos não são só aqueles que pegam em bandeiras e vão para a frente das praças de toiros fazer barulho, importunando os aficionados, mas também os que defendem loucuras humanas como, por exemplo, a criminosa ideologia de género que sidera a dimensão viril de homens e mulheres sem a qual nenhuma sociedade pode sobreviver.

Ler a meia dúzia de textos em baixo que, certamente, não empobrecerão ninguém.

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